ADONIRAN BARBOSA

Em 2010, ano em que Adoniran Barbosa (1910 -1982) completaria um centenário de vida, presto minha homenagem ao compositor que, com seu humor debochado e sotaque do Bexiga, interpretava a cidade como ninguém.


 

  ADONIRAN BARBOSA

A saudosa maloca sempre lhe agradece
D o trem das onze ninguém se esquece
O samba do Arnesto sempre acontece e
N a Vila Esperança você é reverenciado...
I racema é símbolo da avenida São João
R ua dos Gusmões tem a letra da sua mão
A guenta a mão João, você é um campeão e
N o Bixiga o seu samba é muito cantado...

B om dia tristeza é de uma infinita beleza
A paga o fogo Mané continua bem acesa
R equentando o seu torresmo à milanesa...
B ela prova de carinho você deu à sua esposa
O casamento do Moacir ainda é sensacional
S eu tiro ao Álvaro ainda agita as mariposas e
A situação tá cínica; joga a chave mestre genial!

(Wilson Madrid)

Em homenagem ao ano do centenário do nascimento do saudoso, querido e genial Adoniran Barbosa...

 

 

A louca chegou

Abrigo de vagabundos

Acende o candeeiro

Aguenta a mão João

Apaga o fogo Mané

As mariposas

Bom dia tristeza (c/ Gonzaguinha)

Conselho de mulher (Pogréssio)

Despejo na favela

Envelhecer é uma arte

Fica mais um pouco amor

Iracema (c/ Clara Nunes)

Já fui uma brasa

Joga a chave

Luz da Light

Malvina

Meu amor é o timão

Morro da Casa Verde

Mulher. patrão e cachaça

No morro do piolho

Nóis não usa bleque e tais

Nós viemos aqui prá quê?

O casamento do Moacir

Ô nega

Pafunça

Prova de carinho (c/ Clara Nunes)

Provérbios c/ Rolando Boldrin

Rua dos Gusmões

Samba do Arnesto

Samba italiano

Saudosa maloca

Senta, senta

Tiro ao alvaro (c/ Elis Regina)

Tocar na banda

Torresmo à milanesa

Trem as onze

Triste Margarida

Um samba no Bixiga

Um samba no Bixiga c/ Elis Regina e Demonios da Garoa

Viaduto Santa Efigênia

Vide-verso meu endereço

Vila Esperança

 

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